terça-feira, 4 de maio de 2010

O que eu pedi a Deus



Eu pedi forças
E Deus deu-me dificuldades para me fazer forte.

Eu pedi Sabedoria
E Deus deu-me problemas para resolver.

Eu pedi prosperidade
E Deus deu-me cérebro e músculos para trabalhar.

Eu pedi coragem
E Deus deu-me obstáculos para superar.

Eu pedi Amor
E Deus deu-me pessoas com problemas para ajudar.

Eu pedi favores
E Deus deu-me oportunidades.

“Eu não recebi nada do que pedi, mas recebi tudo o que precisava “

Madre Teresa de Calcutá

terça-feira, 13 de abril de 2010

The Smile


Dont't forget the most important thing: the SMILE!

To all my dear friends and teachers, for all the indian smiles!!!

sábado, 3 de abril de 2010

A riqueza está aqui


"Ninguém é tão pobre que não tenha nada para dar
e ninguém é tão rico que não tenha nada para receber"

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010

Sede de infinito


“O meu mundo não é como o dos outros, quero demais, exijo demais, há em mim uma sede de infinito, uma angústia constante que eu nem mesmo compreendo, pois estou longe de ser uma pessimista; sou antes uma exaltada, com uma alma intensa, violenta, atormentada, uma alma que não se sente bem onde está, que tem saudades… sei lá de quê!”
Florbela Espanca

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

Já não és o mesmo


"A areia agita-se e volta a assentar.
O distúrbio foi necessário.
A pedra encontrou o seu lugar.
Mas o lago já não é o mesmo."

Peter Zumthor
Pensar a arquitectura

terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

Viagem ao Oriente



"Vivi então intensamente essas horas felizes, e elas deixaram em mim, de três anos para cá, sua despótica lembrança."

Le Corbusier
A viagem ao Oriente

domingo, 31 de janeiro de 2010

Estejamos vivos!!!

"Morre lentamente quem não viaja,
Quem não lê,
Quem não ouve música,
Quem destrói o seu amor-próprio,
Quem não se deixa ajudar.

Morre lentamente quem se transforma escravo do hábito,
Repetindo todos os dias o mesmo trajecto,
Quem não muda as marcas no supermercado,
não arrisca vestir uma cor nova,
não conversa com quem não conhece.

Morre lentamente quem evita uma paixão,
Quem prefere O "preto no branco"
E os "pontos nos is" a um turbilhão de emoções indomáveis,
Justamente as que resgatam brilho nos olhos,
Sorrisos e soluços, coração aos tropeços, sentimentos.

Morre lentamente quem não vira a mesa quando está infeliz no trabalho,
Quem não arrisca o certo pelo incerto atrás de um sonho,
Quem não se permite,
Uma vez na vida, fugir dos conselhos sensatos.

Morre lentamente quem passa os dias queixando-se da má sorte ou da Chuva incessante,
Desistindo de um projecto antes de iniciá-lo,
não perguntando sobre um assunto que desconhece
E não respondendo quando lhe indagam o que sabe.

Evitemos a morte em doses suaves,
Recordando sempre que estar vivo exige um esforço muito maior do que o
Simples acto de respirar.
Estejamos vivos, então!»

Pablo Neruda